Mãe Copinho de Leite, refém da sua cabeça

Vou ficar uma semana longe do meu pequeno Copinho de Leite, pela primeira vez na minha vida. O tempo máximo que já fiquei longe dele foi cerca de 12 horas, quando tinha apenas um mês e pelos piores motivos: o falecimento da minha avó. Desde aí, não desgrudei nunca mais. Já lá vão três anos.

Racionalmente, sei que temos de aprender a delegar tarefas, a aceitar a ajuda de quem nos quer bem e, enfim, a respirar outros ares, mesmo que seja por motivos profissionais. Sei a teoria toda, agora colocá-la em prática é outra história.

E perante isto, o que é que uma mãe Copinho de Leite faz? Somatiza, claro!

Para já, e a escassos dias de viajar para um destino onde se registam agradáveis temperaturas de -2 graus, arranjei uma amigdalite daquelas mesmo beras, com direito a febres altíssimas com delírios incluídos. Pequena nota que torna esta história ainda mais singular e que evidencia a minha extraordinária capacidade de somatização: eu já não tenho amígdalas desde os sete anos!

Adivinham-se tempos divertidos.

 

Medicacao

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *