Halloween, Halloween… hoje é dia de Halloween

O colégio do pequeno Copinho de Leite pediu-nos para fazermos uma decoração alusiva ao Halloween e, nós, família do mais tenrinha que há, lançamo-nos na empreitada de fazer um… gato preto! O processo correu bem (obrigada Pinterest!) e o pequenino rejubilou por ajudar a dar vida ao bichano.. Acontece que, desde que exclámamos “habemus felinus”, os azares desafios têm surgido uns atrás dos outros. O miúdo adoeceu e entrou em greve de fome (xô febre malvada, xô), o gato nem chegou a ver a luz do dia e a cumprir o seu propósito decorativo e agora temo-lo ali, na sala, a fitar-nos como quem diz: “eu era só uma meia térmica da loja do chinês, vocês é que me transformaram em gato”. Declarações para memória futura: “para o ano fazemos uma abóbora”.

O dito cujo

O dito cujo

Feito que está o desabafo halloweenesco, e ainda neste âmbito, gostava de partilhar uma iniciativa levada a cabo nos Estados Unidos da América, cuja ideia partiu da mãe de uma criança com alergia alimentar (go, mums!).

Na noite de 31 de Outubro, as crianças saem à rua para o habitual “trick or treat” ( doce ou partida), o que acredito ser um verdadeiro pesadelo para os pais das crianças com alergias alimentares. Como esta tradição está tão enraizada na cultura norte-americana, uma mãe do Tennessee resolveu criar o “The Teal Pumpkin Project”, que incita à oferta de pequenas lembranças não alimentares (pulseiras, autocolantes, cartas, apitos, canetas, lápis, etc)  em substituição das habituais guloseimas. Para que as crianças percebam quais as casas que têm “opções seguras”, apenas têm de identificar uma abóbora pintada de azul à porta.

Muito fixe! 🙂

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